Agendado
O Worker mantém o próprio cron. Toda integração publicada com agendamento vira um job local que dispara na hora certa — inclusive quando o SaaS está fora do ar.
0 */2 * * *
Você desenha os fluxos num editor visual, versiona, aprova e acompanha tudo por um painel. Quem executa é o Worker: um contêiner que vive na sua infraestrutura. Queries, arquivos e payloads nunca saem da sua rede, e o volume de execução não entra na fatura.
Visibilidade da rota
http://192.168.10.24:8080/api/private/nfe só responde dentro da sua rede https://seudominio.com.br/api/public/nfe exposta no seu domínio, com allowlist de IP e JWT Num iPaaS em nuvem cada operação atravessa o servidor do fornecedor — é por isso que cada operação tem preço. Aqui quem processa é o Worker instalado na sua infraestrutura. Nós não vemos o seu payload e não cobramos pelo tráfego das suas integrações.
O Worker é um contêiner Docker no seu servidor. A CPU que roda a query, monta o CSV e abre a conexão TLS é a sua.
Nenhum payload de negócio atravessa o SaaS. Não temos cópia do seu arquivo nem do resultado da sua consulta.
Pelo WebSocket entre o painel e o Worker viajam ordens e metadados de execução: id, status, duração, log.
O InstivoBUS separa desenhar de executar. O desenho, a governança e o monitoramento moram no SaaS — é o que você abre no navegador. A execução mora num contêiner dentro da sua rede, com acesso direto aos seus sistemas. Entre os dois existe um único canal WebSocket, e ele carrega instrução, não conteúdo.
publicar fluxo · testar nó · cancelar execução
Comandos e metadados de execução. Linhas de banco, arquivos e payloads não sobem por aqui.
status · duração · log
Conexão direta, dentro da rede
Consequência prática: se a sua internet cair, o Worker continua executando os fluxos agendados a partir da base local e sincroniza quando voltar. E se um auditor perguntar por onde passa o dado do cliente final, a resposta cabe numa frase — ele nunca saiu do seu datacenter.
Todas rodam no mesmo lugar — o Worker — e produzem o mesmo registro de execução. Trocar de gatilho não muda o desenho do fluxo nem o que você vê no log.
O Worker mantém o próprio cron. Toda integração publicada com agendamento vira um job local que dispara na hora certa — inclusive quando o SaaS está fora do ar.
0 */2 * * *
Cada fluxo publicado pode expor uma rota. O servidor HTTP do próprio Worker atende a chamada, executa o fluxo e devolve a resposta na mesma requisição.
POST /api/public/nfe
Rodar agora, pelo painel, com resultado ao vivo nó a nó. É o mesmo caminho de execução da produção — não é um simulador com dado de mentira.
▶ Executar fluxo
Um fluxo chama outro, com espera ou disparando e seguindo em frente. Rotinas viram peças reaproveitáveis em vez de desenho copiado.
RunService → NF-e
Ao publicar um fluxo com rota, você escolhe de onde ela pode ser chamada. É a mesma integração, o mesmo Worker e o mesmo log — muda só quem alcança a porta.
http://192.168.10.24:8080/api/private/nfe
https://seudominio.com.br/api/public/nfe
Arraste componentes, ligue as saídas, teste. Enquanto você desenha, o analista ao lado está no mesmo canvas — você vê o cursor dele, e a publicação sabe quem chegou primeiro.
Integração quebrada derruba faturamento, estoque e nota fiscal — merece o mesmo rigor de um deploy de código. Aqui todo fluxo tem estado, versão e autor, e o Worker só conhece um desses estados.
DRAFT
Rascunho
Um rascunho vivo por integração. Editável, testável, invisível para o Worker.
WAIT_APPROVAL
Aguardando aprovação
Sai do editor com mensagem de commit e autor. Quem aprova vê o que mudou.
PUBLISHED
Publicada
É a única condição em que o Worker agenda, executa e sincroniza o fluxo.
OBSOLETE
Obsoleta
A versão anterior não some: fica no histórico, e o rollback volta para ela.
Bancos legados, arquivos, diretório corporativo, APIs internas que nunca viram a internet — o Worker abre a conexão de dentro da rede, com as credenciais decifradas ali mesmo, em memória.
Falta o seu sistema na lista? Um conector novo é um componente em código dentro do Worker — não é uma licença de conector para comprar, nem um pedido de roadmap para esperar.
Credenciais de conexão são cifradas em AES-256 com chave derivada por cliente. A API guarda e transporta apenas o texto cifrado; quem decifra é o Worker, dentro da sua rede, em memória, no momento de executar.
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você digita a senha do Oracle
U2FsdGVkX1+9kQ…
AES-256 com chave derivada por cliente
U2FsdGVkX1+9kQ…
armazenado e trafegado sempre cifrado
decifra em memória
só no instante de abrir a conexão
Consequência: nem quem opera a plataforma consegue ler as suas credenciais no banco. Elas só existem em claro dentro do processo que vai usá-las.
Plataformas de integração em nuvem resolvem muito bem quem pode mandar o dado para fora. A comparação abaixo é sobre quem não pode — ou não quer pagar por operação para isso.
| Critério | InstivoBUS | iPaaS executado em nuvem |
|---|---|---|
| Onde a execução roda | No Worker, dentro da sua infraestrutura | Na nuvem do fornecedor |
| Por onde passam os dados de negócio | Permanecem na sua rede | Atravessam a infraestrutura do fornecedor |
| Modelo de custo | Desacoplado do volume de execução | Por operação, execução ou task |
| Isolamento entre clientes | Banco PostgreSQL dedicado por cliente | Em geral compartilhado, com separação lógica |
| Credenciais de conexão | Decifradas apenas no seu Worker | Decifradas no servidor do fornecedor |
| Aprovação, versão e auditoria | Embutidos no fluxo de publicação | Varia; costuma ser recurso de plano superior |
| Se a plataforma ficar indisponível | O Worker continua executando pela base local | As integrações param junto |
| Operação do runtime | Auto-restart, auto-update e failover pelo Guardian | Do fornecedor — ou sua, na versão auto-hospedada |
Um Worker sobe no seu ambiente em minutos, com Docker. A conversa mais útil costuma ser olhar junto o fluxo que hoje roda em script, planilha ou madrugada.
Prefere falar direto? +55 19 99183-3665